Mitos e verdades da cirurgia bariátrica

Mitos e verdades da cirurgia bariátrica

Com tantas informações sobre a cirurgia bariátrica, é fácil se perder no meio dos textos sobre o tema nas pesquisas feitas na internet. Como tudo ligado à saúde precisa do máximo de cuidado e esclarecimento, confira os principais mitos e verdades sobre a cirurgia de redução de estômago:

Cirurgia bariátrica cura o diabetes tipo 2

Mito – A bariátrica é uma excelente aliada no tratamento do diabetes tipo 2, mas não pode ser responsabilizada por sua cura, já que, infelizmente, se trata de uma doença crônica de evolução contínua, e não tem cura definitiva.A explicação deve-se ao fato de que a obesidade causa uma série de processos inflamatórios que bloqueiam a insulina, importante hormônio responsável pela redução da taxa de glicose no sangue (diabetes). Com a gastroplastia (cirurgia bariátrica), seguida da perda de peso, acontece no estômago uma redução da produção de grelina, o hormônio responsável por estimular a fome e a saciedade. Um dos fatores positivos desse processo é que o pâncreas acaba produzindo mais insulina, o que permite que haja mais açúcar dentro das células e não no sangue.

A bariátrica é responsável por combater diversas doenças

Verdade – A obesidade é causa de muitas doenças. E depois da cirurgia, quase como em efeito dominó, o corpo sente os benefícios de diversas formas, como a diminuição de problemas com o sono, redução do colesterol alto, combate à artrose e a doenças cardiovasculares, insuficiência respiratória, asma e pressão alta.

A cirurgia plástica após a bariátrica é direito do paciente

Verdade – Com o emagrecimento rápido após a cirurgia, é normal o excesso de flacidez da pele, notado principalmente na região dos braços, pernas, mamas, glúteos e abdômen. Por isso, as cirurgias plásticas depois da bariátrica, além de terem função estética, são fundamentais para a saúde, já que o excesso de pele pode causar infecções e assaduras.

Conhecida como reparadora, essa cirurgia é um direito previsto por lei e deve ser garantida pelo plano de saúde, uma vez que é entendida como uma continuidade do tratamento e garantia do sucesso da redução de estômago. Para realizar esse procedimento, o paciente precisará passar por novas baterias de exames. O ideal é que a cirurgia reparadora ocorra depois do período em que o paciente mais perde peso (dois anos).

Unhas e cabelo ficam mais quebradiços com a cirurgia

Verdade – Com o rápido processo de perda de peso após a cirurgia, as vitaminas do corpo também ficam comprometidas, o que pode resultar em unhas mais frágeis e cabelos quebradiços. Mas calma, porque a reposição nutricional com suplementos que contenham vitaminas pode facilmente reverter esse quadro.

O paciente precisa da aprovação de apenas um especialista para realizar a bariátrica

Mito – A avaliação do paciente precisa ser multidisciplinar, ou seja, incluir uma série de exames clínicos de especialidades diferentes, como endocrinologista, nutricionista, psiquiatra, psicólogo e avaliador físico. Um dos maiores problemas de quem fez a bariátrica é desistir do acompanhamento com a equipe depois de perder os primeiros quilos. Com o notável emagrecimento, o paciente cria a sensação de dever cumprido, e sente que não precisa mais caminhar junto com as devidas orientações médicas. É nesse momento que o perigo se instala e a retomada do peso pode começar.

É preciso emagrecer antes de fazer a cirurgia

Verdade – É indicada como procedimento pré-operatório a perda de 5% do peso antes da realização da bariátrica. A medida contribui para melhorar as condições cardiorrespiratórias, para uma cirurgia mais segura. Outro fator importante é a redução da gordura do fígado, que facilita a cirurgia por videolaparoscopia.

Mais dúvidas sobre o que é mito ou verdade?

Mande sua dúvida e converse diretamente com nossos profissionais da Clínica do Dr. Carlos Eduardo Canarim, especializada em cirurgia bariátrica no Rio de Janeiro.

    • Bom dia Cristina ,
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